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A importância da estrutura logística para o e-commerce

É impossível ter um negócio de sucesso na internet sem priorizar entretanto a estrutura logística para e-commerce.

Não se trata apenas de cuidar da entrega do produto, é importante ter um processo bem estruturado. Garantir o máximo de eficiência para toda a operação, desde a gestão do estoque até a distribuição.

Não basta atender às expectativas do cliente, é preciso superá-las. E nesse ponto a logística tem enorme peso, pois falhas impactam diretamente no nível de satisfação do consumidor.

Estrutura Logística para e-commerce: por que é importante investir?

Atuar com base na cultura do foco no cliente é um diferencial para qualquer empresa, mas para o comércio eletrônico estamos nos referindo a um pilar estratégico.

Ou seja, a valorização da experiência do usuário pode determinar o nível de performance do negócio.

Nesse sentido, impossível ignorar o papel da estrutura logística. Por melhor que seja o seu produto e a experiência oferecida na hora da compra, todos os esforços serão em vão se a loja falhar na entrega.

Para reduzir o número de erros e aprimorar o serviço, só tem um caminho: buscar soluções adequadas para a operação.

São elas que vão ajudar a loja a executar boas estratégias para essa área, tendo em mente que conveniência é um conceito-chave para o ambiente digital.

Não se engane: o cliente online é muito mais exigente, até porque entende que tem um processo mais ativo no processo de compra.

Da parte das lojas, o mais importante é definir as orientações estratégicas para a área. Na busca de diferenciais competitivos, todos os detalhes fazem a diferença.

Prazo de entrega e valor do frete aparecem sempre como fatores decisivos para as compras online. Porém, ter boas alternativas nessa área, mas falhar no relacionamento com o cliente, pode anular as vantagens obtidas.

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Vendas on-line tem crescimento em 2018

Vendas on-line tem crescimento em 2018

Em 2018 todos os setores econômicos sentiram direta ou indiretamente os efeitos de grandes eventos. Copa do Mundo, eleições bem como a greve dos caminhoneiros causaram grandes reveses. Entretanto as vendas on-line mantiveram o crescimento, faturando R$53,2 bilhões em 2018, alta de 12% na comparação com 2017. Foram 123 milhões de pedidos realizados pelo e-commerce, 10% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%. A informação é da Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O faturamento das vendas on-line em 2018 ficou praticamente em linha com o previsto no relatório Webshoppers 38. O relatório projetava R$53,4 bilhões de faturamento, 120 milhões de pedidos e R$445 de tíquete médio. A próxima edição do documento deverá acontecer no dia 25 de março. Foram registrados mais pedidos do que o previsto, apesar de um menor tíquete médio. Todavia, esse é um excelente indicador, pois é reflexo direto da chegada de novos consumidores – cerca de 10 milhões em 2018 – e do perfil de consumo. Categorias como cosméticos/perfumaria e moda lideraram o ranking das mais pedidas e se caracterizam por maior recorrência e pedidos de menor valor. Essa é uma tendência que da mesma forma, deve se manter forte para 2019.

Expectativa do e-commerce para 2019

Para 2019, a expectativa para vendas on-line é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio deve ser de R$447, aumento de 3%. Isso graças a entrada de novos e-consumidores e a expansão do mercado de dispositivos móveis/banda larga no Brasil, e da migração do varejo offline para o online. Portanto, graças a entrada de novos players, fusões e aquisições e a consolidação do modelo marketplace o e-commerce fechou o ano com um crescimento sólido e sustentável e tudo indica que o quadro deve se manter para 2019